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terça-feira, 12 de agosto de 2014

O Caos Move Tudo

Existe algumas pessoas, que precisam de um pouco de caos em suas vidas. Só assim elas se sentem vivas.

Eu passei muito tempo tranquilo, vivendo um dia de cada vez, até que encontrei uma pequeno caos... Que me fez pensar, correr atrás, me atrapalhar, fazer de tudo.. Era irritante e um pouco frustante, mas era bom saber que cada novo dia era uma chance para fazer tudo outra vez e de uma maneira diferente.

Até que tudo se acalmou. Cansei. Cansei. E como cansei!
Passei um bom tempo assim. Sem esperar nada. Vivendo por viver... Estava sem forças.

Estava tudo muito tranquilo, mas, no fundo, sentia falta daquele caos movendo tudo. Essa é a realidade!

Até que depois de anos de tranquilidade, ao menos assim acreditei... Uma nova tormenta! Ah, sim uma nova tormenta! E lá estava eu, navegando em novos mares... No início, as águas eram calmas, tranquilas, doces, serena... E de repente, veio a nova tempestade. Juntei as últimas forças para lutar e ver tudo se movimentando outra vez.
E, por fim... Acabou.

A melhor tempestade apareceu do nada, e desapareceu tão rápido levando tudo junto...
Aos poucos o mar foi voltando a ficar calmo e sereno. E assim permanece hoje.

Mas...? E aquele Caos...? Onde foi parar...?
...


Não importa o que aconteça, ou se venha novas tempestades... O mundo... O meu mundo só será meu mundo, enquanto houver as tempestades.

Assim que são criados os velhos "lobos do mar".






Vale



...

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

A.A. - Amantes Anônimos

Estava conversando com um conhecido... Esse conhecido me contou de seus possíveis problemas. É alguém sabe algumas coisas que me aconteceram...

 Foi quando percebi que estava no A.A:

Olá, meu nome não é tão importante assim. Atualmente estou com 23 anos. Em 2007, contraí uma doença que, até então, era incurável. Sofri do mais puro, bom e pior amor possível. Passei os melhores anos da minha vida esperando por alguém. Bons tempos, que não renderam nada. Bom, nada além de uma boa experiência e lição.

No dia, 4 de agosto de 2011, escrevi uma carta para essa pessoa. Onde escrevi minhas últimas palavras. Tudo que tinha que ser dito ficou lá, e jurei nunca mais procurar por ela, nem vestígios, não ver fotos, relembrar conversas antigas, nada! E assim aconteceu. Nem mesmo uma música, que antes fazia lembrar dela, com o tempo percebi que era apenas uma música comum.

Agora já se fazem mais de 2 anos e não tive mais nenhum contato. Nada. Sumiu mesmo. Nem faço ideia do que tenha acontecido. Pessoas que antes falavam dela para mim, já não comentam nada, e pelo jeito, também não se falam mais.

E confesso também; antes eu tinha um problema em ouvir seu nome. Quando alguém dizia aleatoriamente na rua e eu acabava ouvindo, no mesmo instante, o mundo parava, tudo girava e por segundos tudo voltava na minha cabeça. Podia estar caminhando, fazendo qualquer outra coisa longe... E o nome ativava tudo. Hoje, é apenas um nome. Lindo nome, pois sempre gostarei desse nome. Nome que já gostava antes de conhecer a sua dona, mas apenas um nome.

Sabe a teoria que diz que os Dinossauros se extinguiram com um grande meteoro e depois ficou um vazio?
É a mesma coisa.
Um vazio, onde a vida pode recomeçar de outra forma.

Hoje, sinto-me curado. Ao menos desse mal/bem, de procurá-la e sentir sua falta. Em partes, talvez seja verdade que sinta falta das coisas que acontecia, das "loucuras", mas sem nenhuma referência àquele pessoa.

Nem devia estar escrevendo isso, mas foi em consideração ao meu amigo. Eu não poderia ajudá-lo, sem antes provar do "remédio". Estaria sendo hipócrita. Só por isso profanei a tumba. Descanse em paz novamente.

E assim encerro minha sessão. 





Vale


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segunda-feira, 11 de abril de 2011

Quando te vejo

Hoje, quando te vejo, percebo que não sinto nada por Você.
Quando te olho, não sinto raiva. Não sinto pena. Não te repúdio. Não te odeio. Não te amo. Não sinto decepção. Não sinto carinho. Não sinto afeto. Não sinto alegria. Não sinto tristeza. Não sinto paixão. Não sinto ciúmes. Não sinto vergonha. Não sinto interesse. Não sinto desprezo. Não sinto dor. Não sinto solidão. Não sinto culpa. Não sinto indecisão. Não sinto consideração. Não sinto orgulho. Não sinto saudade... Não sinto nada. Nada. Apenas um enorme vazio. Um enorme vazio... Nada mais que isso.

No entanto, farei algo por mim, irei guardar as boas lembranças que tivemos juntos. Irei guardar aquele tempo perdido que, Você era apenas uma menininha medrosa, doce, delicada e que gostava de chorar...
Rasgarei suas fotos, e, esquecerei os nossos últimos e terríveis encontros. Não direi mais o seu nome. Não olharei mais o seu rosto, nem procurarei saber como está se sentindo.

E, antes que diga algo, saiba que eu nunca te perdi.
Foi você que soltou-se das minhas mãos e se perdeu na multidão.



Vale





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domingo, 6 de março de 2011

Um pouco de Nada - ETs Apagando as Luzes dos Postes

Andando pela legendária Rua Tavares de Lira, vivenciei algo muito assustador e misterioso.
Enquanto voltava para casa à noite, as luzes dos postes começaram a apagar.


Na descrição do video você encontrará os momentos exatos que o mistério acontece:


Um pouco de Nada - ETs Apagando as Luzes dos Postes - 1 - (29/08/10)




Um pouco de Nada - ETs Apagando as Luzes dos Postes - 2 (22/10/10)



Um pouco de Nada - ETs Apagando as Luzes dos Postes - 3 (24/10/10)



Um pouco de Nada - ETs Apagando as Luzes dos Postes - 4 - (02/11/10)



Isso é um mistério!


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